Estava sentada no sofá da minha casa com uma xícara de café entre as mãos, um livro aberto no colo e a porta da varanda toda escancarada. A luz do sol atravessava o espaço e pousava suave nas prateleiras, iluminando os livros como se quisesse me lembrar de que há beleza nas coisas que só existem agora. E foi assim, entre um gole e uma frase sublinhada, que um pensamento se impôs sem pedir licença: esta é a minha última primavera morando aqui.
reflexões
Deixemos a saudade do ontem para amanhã
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